|
Na audiência geral realizada esta Quarta-feira [1/9] na residência pontificia de Castel Gandolfo, perto de Roma, o Papa frisou que “a pessoa depositária dos dons sobrenaturais” não os ostenta e, “sobretudo, mostra total obediência à autoridade eclesiástica”. As palavras de Bento XVI foram proferidas a propósito da catequese que dedicou a Santa Hildegarda de Bingen, que nasceu no ano de 1098, em Bermersheim, actual Alemanha, e morreu em 1179. (...) O Papa referiu-se à Carta Apostólica “Mulieris dignitatem”, escrita em 1988 por João Paulo II, no excerto onde se assinala que "a Igreja agradece todas as manifestações do 'génio' feminino surgidas no curso da história, no meio de todos os povos e Nações". O trecho do documento citado por Bento XVI lembra "todos os carismas que o Espírito Santo concede às mulheres" e as vitórias que se devem "à fé, esperança e caridade das mesmas", ao mesmo tempo que reconhece "os frutos de santidade feminina". Na breve alocução proferida em língua portuguesa no fim da audiência, Bento XVI mencionou um conjunto de religiosas salesianas de Portugal, Moçambique e Brasil que incluía duas irmãs das comunidades de Cascais e Chainça. “Saúdo com grande afecto e alegria a todos os peregrinos de língua portuguesa, de modo especial ao grupo de irmãs salesianas e aos fiéis da paróquia de Évora. Seguindo o exemplo de Santa Hildegarda de Bingen, possais sempre colocar os dons de Deus a serviço da edificação das vossas comunidades. Desça a minha bênção sobre vós e vossas famílias”, disse Bento XVI. (Cf http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=81272) |
|
Bento XVI alerta para a influência da cultura pagã no cristianismoA Sala de Imprensa da Santa Sé divulgou hoje as palavras que Bento XVI proferiu no início da missa celebrada no termo do encontro com um grupo dos seus antigos alunos. A alocução de abertura da eucaristia, realizada a 29 de Agosto na residência pontifícia de Castel Gandolfo, arredores de Roma, foi marcada pela influência da cultura pagã sobre o cristianismo. Antes do rito penitencial, Bento XVI convidou os participantes na assembleia, nos quais se incluiu, a meditarem na responsabilidade de se desligarem “tão pouco do estilo de vida pagão” e ao mesmo tempo viverem “tão pouco a novidade, o estilo de Deus”. (Cf http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=81268) |
|
Aproximar os cristãos da BíbliaSemana Bíblica que hoje termina deixa vontade de aprender maisA Semana Bíblica Nacional é uma resposta à falta de ligação entre o mistério da fé e a própria razão humana, assim considera Maria do Rosário Oliveira, participante assídua na proposta que os Franciscanos Capuchinhos fazem na última semana de Agosto. “Falta aos cristãos a ligação entre o mistério da fé e a razão. A Semana Bíblica ajuda a encontrar perspectivas e linhas orientadoras para atingir a coerência de vida, para o nosso querer”, explica à Agência Ecclesia esta catequista de Coimbra que há 15 anos não falta à Semana Bíblica Nacional. A 33.ª semana, que agora termina em Fátima, dedicada à «Aliança na Bíblia e as nossas alianças», deixa nos participantes a vontade de aprender. O Diácono António Carvalho afirma não se sair deste encontro “com doutoramento em Bíblia”, mas sim com “entusiasmo para querer saber mais”. (CF http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=81225) |
|
|
A SABEDORIA (Catequese de 1 de Agosto 2010) |
Papa lembra exemplo dos Santos como «verdadeiros sábios»Os santos são os “verdadeiros sábios”, que souberam “acumular” aquilo que não se corrompe e pôr de lado o que irremediavelmente se corrompe, disse Bento XVI, este Domingo, em Castel Gandolfo, antes da recitação do Angelus. Comentando o Evangelho do dia, o Papa começou por evocar diversos santos cuja memória litúrgica ocorre por esta altura: Santo Inácio de Loyola, fundador da Companhia de Jesus (Sábado, 31 de Julho); a 1 de Agosto, Santo Afonso Maria de Liguori, fundador dos Redentoristas, proposto por Pio XII como padroeiro dos confessores; nos próximos dias Santo Eusébio, primeiro bispo do Piemonte, e o Cura d’Ars, São João Maria Vianney. "Estes homens adquiriram um coração sapiente, acumulando o que não se corrompe e pondo de lado o que é irremediavelmente precário no tempo: o poder, a riqueza e os prazeres efémeros, Escolhendo Deus, eles possuíram todas as coisas necessárias, provando - desde a vida terrena – a eternidade”, disse o Papa. Bento XVI observou que no Evangelho deste domingo, o ensinamento de Jesus diz precisamente respeito à verdadeira sabedoria. "Na Bíblia o homem insensato é aquele que não dá conta, a partir da experiência das coisas visíveis, de que nada dura para sempre, mas tudo passa: tanto a juventude, como a força física, as comodidades como as funções de poder. Fazer depender a própria vida de realidades assim tão passageiras é, portanto, insensatez", referiu aos peregrinos reunidos na residência pontifícia de Verão, nos arredores de Roma. (http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=80926) |
|
Papa convida à reflexão durante as fériasBento XVI continua período de repouso nos arredores de Roma Lusa Bento XVI deixou este Domingo um apelo à reflexão e à leitura da Bíblia durante as férias que muitas pessoas gozam no Verão. Este, assinalou durante a recitação da oração do Angelus, é “um tempo favorável para pôr em primeiro lugar o que efectivamente é mais importante na vida, quer dizer, a escuta da Palavra do Senhor”. Perante os peregrinos reunidos na residência pontifícia de Castel Gandolfo, nos arredores de Roma, o Papa lembrou que “estamos no coração do Verão, pelo menos no hemisfério boreal. Este é o tempo em que as escolas estão fechadas e se concentra a maior parte das férias”. “Até mesmo nas paróquias, as actividades pastorais são reduzidas e eu próprio suspendi, por um período, as audiências”, acrescentou. Para Bento XVI, aquilo de que o homem mais precisa é de Deus, a “parte melhor”, o verdadeiro bem. Neste sentido, o Papa defendeu que “a pessoa humana deve trabalhar, empenhar-se nas ocupações domésticas e profissionais, mas acima de tudo tem necessidade de Deus, que é a luz interior de Amor e Verdade”. “Sem amor, até mesmo as actividades mais importantes perdem valor e não dão alegria. Sem um significado profundo, todo o nosso agir se reduz a activismo estéril e desordenado”, alertou. Comentando uma passagem do Evangelho que foi lida nas igrejas de todo o mundo, o Papa sublinhou que Jesus não manifesta “nenhum desprezo pela vida activa”, mas cama a “atenção para o facto de a única coisa necessária ser outra: escutar a Palavra do Senhor” “Tudo o resto passará e será tirado, mas a Palavra de Deus é eterna e dá sentido ao nosso agir quotidiano”, precisou. (http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=80687) |
|
|
|
|
|
<< Início < Anterior 1 2 3 4 5 6 Seguinte > Final >>
|
|
Página 1 de 6 |